Varanda na maresia: o primeiro lugar onde tudo falha
A área externa é onde a maresia age sem piedade. Exposição direta ao sal, vento e umidade transforma erros de compra em prejuízos visíveis em poucos meses.
Por que a área externa é a mais afetada
Dentro de casa, a maresia chega pelo ar, lentamente. Na varanda e área externa, ela chega diretamente — em forma de spray salino, névoa e vento carregado de sal marinho.
Diferente do interior, móveis e estruturas ficam sob sol, chuva e vento salgado 24 horas por dia.
O sal se acumula em superfícies, absorve umidade do ar, e acelera a corrosão em metal e degradação em madeira.
Móveis de aço pintado começam a enferrujar em 6 meses. Madeira natural racha e apodrece. Tecidos ganham mofo. Ferragens travam. E ninguém avisa isso antes da compra.
Erros comuns na escolha de móveis e estruturas
A tinta descasca em poucos meses e expõe o metal. A ferrugem se espalha rápido e destrói a estrutura.
Alumínio naval anodizado ou fibra sintética tratada resistem à exposição sem oxidar ou degradar.
Madeira absorve umidade e sal, racha, apodrece e precisa de manutenção cara e constante.
Compósitos de madeira e plástico imitam madeira sem apodrecer, rachar ou precisar envernizar.
Parafusos e dobradiças de aço comum enferrujam e travam em semanas, comprometendo toda a estrutura.
Aço inoxidável grau marinho (316) resiste indefinidamente à corrosão salina sem manutenção.
Quais materiais resistem melhor
Liga 5000 ou 6000, anodizado. Usado em barcos e estruturas marítimas. Não oxida.
Polietileno ou polipropileno tratado com UV. Imita fibra natural sem apodrecer.
Grau marinho com molibdênio. Resiste à corrosão salina indefinidamente.
Compósito de madeira e PVC. Aparência de madeira sem manutenção ou degradação.
Laminado de 8mm ou mais. Não corrói, não mancha, apenas precisa de limpeza.
Acrílico ou poliéster com tratamento UV e antimicrobiano. Usado em barcos.
Produtos Avaliados para ambientes litorâneos
Produtos testados e validados para uso em áreas externas em regiões litorâneas.

Por que resiste: Estrutura em alumínio com tela sintética respirável, materiais que oxidam menos que aço pintado ou madeira; boa durabilidade relatada em áreas externas litorâneas.
Ponto de atenção: Exposição constante ao sol e sal pode reduzir a vida útil do tecido; recomenda-se limpeza periódica e armazenamento quando não estiver em uso prolongado.

Por que resiste: Arandela com corpo metálico mais resistente que modelos plásticos simples; quando instalada em área semiabrigada, apresenta boa durabilidade em ambientes costeiros.
Ponto de atenção: Não possui certificação IP alta para exposição direta à chuva/spray salino; instalar preferencialmente sob cobertura e realizar manutenção preventiva.

Por que resiste: Estrutura em alumínio com tampo sintético que não incha nem apodrece como madeira; material leve, fácil de limpar e adequado para áreas externas litorâneas.
Ponto de atenção: Quinas e fixadores podem acumular sal; recomenda-se lavagem periódica e reaperto ocasional das peças.

Por que resiste: Deck modular em material sintético (PVC / WPC), sem partes metálicas aparentes, mais resistente que madeira comum em ambientes úmidos e litorâneos.
Ponto de atenção: Produto com poucas avaliações e sem especificações técnicas detalhadas; recomenda-se instalação em área ventilada e manutenção periódica em regiões com maresia intensa.

Por que resiste: Tomada com tampa de vedação para áreas úmidas, oferecendo proteção superior a tomadas comuns em varandas e áreas externas leves.
Ponto de atenção: O anúncio não informa certificação IP específica; recomenda-se instalação em área parcialmente protegida e inspeções periódicas em ambientes com maresia.

Por que resiste: Estrutura metálica com componentes em alumínio e/ou inox, mais resistente que varais comuns pintados em áreas externas litorâneas.
Ponto de atenção: Parafusos e articulações podem acumular sal; recomenda-se limpeza periódica e lubrificação leve para preservar o mecanismo.